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Linguagem e letramento

A neurociência mostra que o cérebro se desenvolve mais à medida em que é mais utilizado. Ou seja, quanto mais fazemos uso da nossa capacidade mental mais ela aumenta, devido às muitas conexões que neurônios e sinapses vão produzindo o tempo todo. Por outro lado, se limitarmos o uso da nossa capacidade mental às práticas rotineiras de decorar textos e resolver problemas matemáticos, pode-se dizer que estamos atuando no sentido de atrofiar o nosso cérebro, isto é, diminuir a sua capacidade de desenvolvimento. Nesse sentido, o maior aprendizado que hoje se tem sobre o cérebro pode e deve ser utilizado para fazer fluir a maior capacidade de aprendizagem entre os alunos, conciliando a imensa capacidade que temos de relacionar com o desejo inato que todos temos de aprender. Ao professor cabe não matar esse desejo. Ao contrário, sabedor da grande ferramenta existente na cabeça de cada aluno, o professor deve aprender cada vez sobre os métodos para a melhor utilização dessas ferramentas, isto é, dos muitos cérebros, cada um com sua individualidade, mas todo com imensa capacidade de aprender. Portanto, crianças com comprometimento intelectual como pessoas com T21 precisam de planejamento adequado, atividades novas e conhecimento de mundo, como explicou Maria Montessori, necessitam da não repetição de material adaptado ( mesmos conteúdos e atividades em casa, terapias e escolas ), para chegar a alfabetização, temos que tomar cuidado ao longo dos anos para que a criança ou adolescente não decore as atividades, não atrofie e não perca a capacidade de desenvolvimento do cérebro. Conhecimento é tudo, esses estudos vem salvando meu filho da minha ignorância. #MontessoriT21 www.montessoridaycare.com.br Texto e adaptação: Simone Galvão de França

Montessori DayCare

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